sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Supremo Enleio
domingo, 11 de setembro de 2011
Os Versos Que Te Dou
Como Eu Te Amo
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
A loja de CDs
Um garoto nasceu com uma doença que não tinha cura.
Tinha 20 anos e podia morrer a qualquer momento. Sempre viveu na casa de seus pais, sob o cuidado constante de sua mãe. Um dia decidiu sair sozinho e, com a permissão de sua mãe, caminhou pela sua quadra, olhando as vitrines e as pessoas que passavam.
Ao passar por uma loja de discos, notou a presença de uma garota, mais ou menos da mesma idade, que parecia ser feita de ternura e beleza.
Abriu a porta e entrou, sem olhar para mais nada que não aquela linda menina. Aproximou-se timidamente, ao balcão onde ela estava.
Quando o viu, ela deu-lhe um sorriso e perguntou se podia ajudá-lo em alguma coisa. Era o sorriso mais lindo que ele já havia visto, e a emoção foi tão forte que ele mal conseguiu dizer que queria comprar um CD. Pegou o primeiro que encontrou, sem nem olhar de quem era, e disse “esse aqui”. “Quer que eu embrulhe para presente?”, perguntou ela sorrindo ainda mais e ele conseguiu apenas mexer a cabeça para dizer que sim. Ela saiu do balcão e voltou, pouco depois, com um CD em um lindo embrulho. Ele pegou o pacote e saiu, louco de vontade de ficar por ali admirando aquela figura singular. Daquele dia em diante, todas as tardes voltava à loja de discos e comprava um CD qualquer.
Todas às vezes a garota deixava o balcão e voltava com um embrulho cada vez mais lindo, que ele guardava no closet, sem nem abrir.
Ele estava apaixonado, mas tinha medo da reação dela, e assim por mais que ela sempre o recebesse com um doce sorriso, não tinha coragem para convidá-la para sair e conversar. Comentou sobre isso com sua mãe e ela o incentivou, muito a chamá-la para sair. Um dia, ele se encheu de coragem e foi para a loja. Como todos os dias, comprou um CD e, como sempre ela foi embrulhá-lo.
Quando ela não estava vendo, escondeu um papel com seu nome e telefone no balcão e saiu correndo da loja.
No dia seguinte o telefone tocou e a mãe do jovem atendeu. Era a menina perguntando por ele. A mãe, desconsolada, nem perguntou quem era, começou a chorar e disse: “Então você não sabe? Faleceu esta manhã”.
Mais tarde, a mãe entrou no quarto de seu filho, para olhar suas roupas, e ficou muito surpresa com a quantidade de CD’s, todos embrulhados. Ficou curiosa e decidiu abrir um deles. Ao fazê-lo, viu cair um pequeno pedaço de papel, onde estava escrito: “Você é muito simpático, não quer me convidar para sair? Eu adoraria”. Emocionada, a mãe abriu outro CD e dele também caiu um pedaço de papel que dizia o mesmo, e assim todos quantos ela abriu traziam uma mensagem de carinho e de esperança de conhecer aquele rapaz.
Assim é a vida: Não espere demais para dizer a alguém especial aquilo que você sente. Diga-lhe já, amanhã pode ser muito tarde...
Essa mensagem é para dizer que você é muito especial, e porquê, não fazer o mesmo, retribuindo o carinho e atenção das pessoas que você gosta e que gostam de você.
Não deixe para amanhã. Quem sabe não dá mais tempo.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Hino ao Amor

Ainda que eu falasse línguas, as dos homens e dos anjos,
Se eu não tivesse o amor, seria como sino ruidoso
Ou como címbalo estridente.
Ainda que eu tivesse o dom da profecia,
O conhecimento de todos os mistérios
E de toda a ciência; ainda que eu tivesse toda a fé,
A ponto de transportar montanhas,
Se não tivesse o amor, eu não seria nada.
Ainda que eu distribuísse todos os meus bens aos famintos,
Ainda que entregasse o meu corpo às chamas,
Se não tivesse o amor, nada disso me adiantaria.
O amor é paciente,
O amor é prestativo;
Não é invejoso,
Não se ostenta, não se incha de orgulho.
Nada faz de inconveniente,
Não procura seu próprio interesse,
Não se irrita, não guarda rancor.
Não se alegra com a injustiça,
Mas se regozija com a verdade.
Tudo desculpa, tudo crê,
Tudo espera, tudo suporta.
O amor jamais passará.
As profecias desaparecerão,
As línguas cessarão, a ciência também desaparecerá.
Pois o nosso conhecimento é limitado;
Limitada é também a nossa profecia.
Mas, quando vier a perfeição,
Desaparecerá o que é limitado.
Quando eu era criança, falava como criança,
Pensava como criança, raciocinava como criança.
Depois que me tornei adulto, deixei o que era próprio de criança.
Agora vemos como em espelho e de maneira confusa;
Mas depois veremos face a face.
Agora o meu conhecimento é limitado,
Mas depois conhecerei como sou conhecido.
Agora, portanto,
Permanecem estas três coisas:
A fé, a esperança e o amor.
A maior delas, porém,
É o amor.
(Apostolo Paulo)




